O Ano Novo

Flores ao que me aborrece
Fogo ao que consome
E logo me desce um fogo no peito
Que dá ao meu hopper ardor que incendeia
E tudo la dentro se rompe, alto.

Assim o velho ano se encerra
Com tudo de velho que tem de direito:
É flores, é fogo e hopper até
Os sentidos esquecerem o
Zumbido dos fogos.

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